Na semana passada, ele pintou um pontinho de caneta azul no meu dedinho. Isso foi a coisa mais sexual que me aconteceu nos últimos cem anos. Um pontinho de caneta azul no dedinho. Meu coração disparou e meu dedão do pé direito tentou estalar mesmo com a bota apertada. Um pontinho de caneta azul no dedinho. Uma língua na orelha é pau. Uma língua dentro da boca é pau. Pau é pau. Dedo é pau. Mas um pontinho de caneta azul no dedinho é como um espaço gigantesco de um pau que não existe. O maior pau do mundo que não existe. Não sei explicar, mas sei que é mais pau que pau.
Na semana passada, ele encostou o braço no meu, quando pediu emprestado meu carregador de celular. Eu emprestei e depois descobri que ele tem um Iphone. Então o quê? Não sei. Mas sei que aquele braço no meu foi a coisa mais sexual que me aconteceu nos últimos cem anos. Minha língua lutou bravamente contra o céu da minha boca. Uma vontade de me enfiar num buraco dentro do meu próprio buraco.
Nem nos olhamos, mal trocamos palavras, nem sei o nome dele, só o apelido. Mas eu gosto quando ele chuta sem querer a minha cadeira, no meio de uma reunião chata, e pede desculpas. Desculpa, e fala meu nome. Eu gosto de sentir os poucos centímetros que o pé dele causa no espaço entre a rodinha da cadeira e o meu corpo. Gosto de mudar de lugar no mundo por sua distração. Eu gosto que o chute é seco e decidido. E curto. E daqui a pouco mais um pouco. E desculpa, e fala meu nome.
Tudo isso é minha vida sexual do momento. Quando no elevador ele vira de costas pra apertar o andar e eu meço com meus dentes quantas mordidas dá uma lateral de pescoço. Quando ele espreguiça e o pedacinho de barriga que aparece tem o tamanho exato de uma lambida rápida. Essas coisas que quando vou ver, já pensei. Não, eu não quero mudar o texto, repensar o roteiro, arquitetar o layout. Eu queria mesmo era saber se sua cervical inteira secaria a minha língua numa lambida sem intervalo. E chego mesmo a abrir um pouco a boca, mas por fora é apenas um misto de cara de atenção com sinusite.
Na semana passada, porque talvez algumas coisas nos ultrapassem mesmo, ele beliscou com toda a força a minha cintura. E disse. Não sei. Acho que não disse nada. Ele riu à vontade, porque o tesão natural parece mesmo a coisa mais íntima do mundo. Nos conhecemos há mil anos, apesar de ser apenas a semana passada. E eu retribui unhando o seu cotovelo num belisquinho. Também sem dizer nada. E até agora não me caiu a ficha do quanto isso foi estranho. Ou caiu e eu nem pude experimentar essa estranheza, já que estou ocupada demais tentando entender porque algumas pessoas nos agradam pelo cheiro do pelo e não do perfume. São tantas obrigações entre uma sala e outra que ser bicho na copa parece férias.
Tudo isso foi a coisa mais sexual que me aconteceu nos últimos cem anos. E talvez eu nunca mais cruze com ele, porque ele nem é do meu andar e eu nem sinto nada de bonito. Mas por via das dúvidas me depilei e tenho sorrido mais. Uma mulher não precisa transar para estar transando.
sábado, 2 de abril de 2011
sábado, 19 de março de 2011
{ a Puta }
Hoje vou contar pra você sobre minha atual situação sexual: Ativa.
Parei pra pensar, e cheguei a conclusão que eu ando ''dando'' mais que o necessário.
Não só pro meu namorado, que é sempre um sexo muito gostoso, mas pra outros casinhos que tenho por trás.
Sim, eu faço sexo por dinheiro. E eu gosto sim, não vou ser hipócrita e dizer que eu não gosto de ganhar dinheiro pra trepar. E se eu for olhar por outro lado, isso chega até a ser uma profissão: gasto tempo, me esforço e sou remunerada.
300 reais a gente não pode dispençar assim, dinheiro não está fácil. E eu que não tenho renda fixa, preciso mesmo procurar outros meios.
Tenho um casinho que é muito legal. A gente não se vê sempre, mas quando eu preciso de grana eu sei pra quem ligar. Ele é bem mais velho, não é casado, e, ao contrário de muitos outros caras que procuram sexo pago, ele me leva sempre pra lugares que me fazem até confundí-lo com um namoradinho.
Ontem ele me levou pra um dos restaurantes mais caros daqui. Conversamos, brindamos, rimos, comemos e depois claro, fui comida. 300 reais na mão. Que delícia.
Hoje é sábado gente, eu tenho que ter dinheiro pra curtir né.
Ráaa :D
Parei pra pensar, e cheguei a conclusão que eu ando ''dando'' mais que o necessário.
Não só pro meu namorado, que é sempre um sexo muito gostoso, mas pra outros casinhos que tenho por trás.
Sim, eu faço sexo por dinheiro. E eu gosto sim, não vou ser hipócrita e dizer que eu não gosto de ganhar dinheiro pra trepar. E se eu for olhar por outro lado, isso chega até a ser uma profissão: gasto tempo, me esforço e sou remunerada.
300 reais a gente não pode dispençar assim, dinheiro não está fácil. E eu que não tenho renda fixa, preciso mesmo procurar outros meios.
Tenho um casinho que é muito legal. A gente não se vê sempre, mas quando eu preciso de grana eu sei pra quem ligar. Ele é bem mais velho, não é casado, e, ao contrário de muitos outros caras que procuram sexo pago, ele me leva sempre pra lugares que me fazem até confundí-lo com um namoradinho.
Ontem ele me levou pra um dos restaurantes mais caros daqui. Conversamos, brindamos, rimos, comemos e depois claro, fui comida. 300 reais na mão. Que delícia.
Hoje é sábado gente, eu tenho que ter dinheiro pra curtir né.
Ráaa :D
quinta-feira, 3 de março de 2011
{ Um casinho antigo }
Acho tão divertido quando eu lembro de bons casos que eu já tinha esquecido.
E esse tem bem a cara do blog, vale a pena contar aqui. Começa bem numa tarde vadia, dessas que você quer sair pra tomar uma gelada mas não tem um puto no bolso.
Estávamos eu e uma amiga mais vadia do que aquela tarde, sentadas na calçada procurando na agenda do celular alguma alma caridosa que nos levasse pr mattar a sede. De repente um carro pára na nossa frente, não qualquer carro, era um daqueles carros grandes de cair o queixo de qualquer mulher bandida.
O cara não era novo, e, pela aliança na mão esquerda, também não era solteiro. Parou o carro e perguntou o caminho mais fácil pra praia. Dissemos '' nossa, tá tão longe'', com aquela voz cheia de malícia. Ele, sem perder tempo, perguntou se a gente não queria ir com ele. Tá, pode parecer que a gente não era normal, talvez não fossemos, entrar no carro de um desconhecido é loucura; mas você tem q entender que a gente tinha 14 anos, não tinha muita coisa na cabeça mesmo.
Sacana que sou, sentei logo no banco da frente. Minha amiga ficou meio acanhada atrás de mim. Pela pele, pela elegância ou talvez pelo sotaque só, eu saquei que ele era de fora. E era. De Recife, mais precisamente. Sabia direitinho o caminho da praia, estava hospedado num hotel na frente dela; depois que chegamos ele disse que só perguntou onde era pra puxar assunto. Eu amei a iniciativa.
O fato é que ele era casado, rico, mais velho,rico, muito gato, rico e estava com a mulher hospedada no hotel com ele. Mas era rico, porra, foda-se a mulher dele.
O sacana tinha discutido com a esposa e decidido sair pra esfriar a cabeça; queria mesmo encontrar alguém diferente pra curtir. E curtiu muito.
A gente bebeu todas, fomos pra um motel caro, bebemos muito mais, e ele me comeu demais. Sorte pra homem gostoso eu tenho, talvez por que também sou *cof* gostosa *cof*... Minha amiga tinha ficado na praia com um peguete bonitinho que ela tinha achado por lá... Mas o melhor aconteceu quando ele me deixou em casa. Estacionou na porta da minha casa e disse enquanto mexia na carteira: '' amanhã quero te ver de novo, você tem meu telefone. Me liga, e pega um táxi pra ir me encontrar tá? Aqui ta o dinheiro do táxi''.
Eram 200 reais. Não neguei. Eram 200 reais, porra.
Nos encontramos mais 2 vezes; Ele brigava com a esposa pra me comer mais tranquilo.
Faturei uma grana boa saindo com ele. E adoraaava quando ele, todo lindo, me tratava como uma mulher cara.
Passaram alguns verões e eu não tive notícias dele. Nunca mais. Hoje eu, com meus 21 anos completos, não sei se reconheceria aquele coroa. Mas aquela grana (que eu não sei com quê eu gastei), eu queria muuuito ter de novo.
Vou à procura de outro coroa?
Já fui...(risos)... depois eu conto!!
E esse tem bem a cara do blog, vale a pena contar aqui. Começa bem numa tarde vadia, dessas que você quer sair pra tomar uma gelada mas não tem um puto no bolso.
Estávamos eu e uma amiga mais vadia do que aquela tarde, sentadas na calçada procurando na agenda do celular alguma alma caridosa que nos levasse pr mattar a sede. De repente um carro pára na nossa frente, não qualquer carro, era um daqueles carros grandes de cair o queixo de qualquer mulher bandida.
O cara não era novo, e, pela aliança na mão esquerda, também não era solteiro. Parou o carro e perguntou o caminho mais fácil pra praia. Dissemos '' nossa, tá tão longe'', com aquela voz cheia de malícia. Ele, sem perder tempo, perguntou se a gente não queria ir com ele. Tá, pode parecer que a gente não era normal, talvez não fossemos, entrar no carro de um desconhecido é loucura; mas você tem q entender que a gente tinha 14 anos, não tinha muita coisa na cabeça mesmo.
Sacana que sou, sentei logo no banco da frente. Minha amiga ficou meio acanhada atrás de mim. Pela pele, pela elegância ou talvez pelo sotaque só, eu saquei que ele era de fora. E era. De Recife, mais precisamente. Sabia direitinho o caminho da praia, estava hospedado num hotel na frente dela; depois que chegamos ele disse que só perguntou onde era pra puxar assunto. Eu amei a iniciativa.
O fato é que ele era casado, rico, mais velho,rico, muito gato, rico e estava com a mulher hospedada no hotel com ele. Mas era rico, porra, foda-se a mulher dele.
O sacana tinha discutido com a esposa e decidido sair pra esfriar a cabeça; queria mesmo encontrar alguém diferente pra curtir. E curtiu muito.
A gente bebeu todas, fomos pra um motel caro, bebemos muito mais, e ele me comeu demais. Sorte pra homem gostoso eu tenho, talvez por que também sou *cof* gostosa *cof*... Minha amiga tinha ficado na praia com um peguete bonitinho que ela tinha achado por lá... Mas o melhor aconteceu quando ele me deixou em casa. Estacionou na porta da minha casa e disse enquanto mexia na carteira: '' amanhã quero te ver de novo, você tem meu telefone. Me liga, e pega um táxi pra ir me encontrar tá? Aqui ta o dinheiro do táxi''.
Eram 200 reais. Não neguei. Eram 200 reais, porra.
Nos encontramos mais 2 vezes; Ele brigava com a esposa pra me comer mais tranquilo.
Faturei uma grana boa saindo com ele. E adoraaava quando ele, todo lindo, me tratava como uma mulher cara.
Passaram alguns verões e eu não tive notícias dele. Nunca mais. Hoje eu, com meus 21 anos completos, não sei se reconheceria aquele coroa. Mas aquela grana (que eu não sei com quê eu gastei), eu queria muuuito ter de novo.
Vou à procura de outro coroa?
Já fui...(risos)... depois eu conto!!
domingo, 27 de fevereiro de 2011
{ Carioca gostoso }
Eu acho incrível a minha capacidade de atrair homem babaca. Daquele tipo mesmo que come e não liga no dia seguinte, que não conta que tem namorada, que fica a noite inteira falando do tanto de grana que tem, que olha pra qualquer mulher que tenha uma coxa mais avantajada ou um decote em ''V''...
É certo que na maioria das vezes rola uma transa legal, mas a minha vontade de mandar um inseto desses pra puta que o pariu, é bem maior que qualquer vontade de transar.
Mas de vez em quando ainda encontro um Romeu jogado por aí. E é sobre um lindo desses que eu vou falar hoje; é domingo e eu lembrei dele assistindo o programinha da Regina Casé.
Estava eu num sambinha legal da cidade, quando vi aqueles olhos azuis! Eu, derretida que sou por olhos, me apaixonei na hora. Passado uns 15 minutos de samba no sapatinho, eu decidi ficar perto do bar, meu raciocínio lógico dizia que ele teria que ir lá uma hora qualquer pra comprar algo pra beber (CLARO).
Quando eu o vi chegando pertinho do bar , me encarando com um sorrisinho todo maroto, eu também não consegui não dar um sorriso maroto de retribuição. Ele chegou perto de mim, perguntou meu nome, disse o dele, ''MARCUXXX''... eu pensei ''Ui, carioca, adoro''... me chamou então pra ficar lá perto da galera dele.
O papo foi ótimo, me sentí até virgem de novo de tanto que ele era respeitador; longe de mim não gostar de homem assim, mas me daria muito mais tesão se desse uma de machão mesmo e desse um beijão antes de perguntar meu nome.
Saímos de lá direto pro Hotel que ele estava hospedado. Fomos pro quarto dele e*tcham*, abriu um vinho caro: fiquei lá urinada por ele, querendo logo casar. Conversamos muito, bebemos demais e pra minha surpresa, quando acordei, estava ainda com minha roupa intacta, com ele deitadinho do meu lado, todo lindo. Primeiro eu pensei '' Que mole que ele é, nossa, nem um sarro a gente tirou''... mas aí depois eu achei que esse jeito tímido podia até ser bem sexy.
Almoçamos, ainda conversando, ele me deixou em casa e prometeu ligar depois. E ligou.
Na mesma noite, por sinal. Dormi de novo no Hotel com ele, transamos e foi tudo de bom. Além de ter aquela visão linda em cima de mim, ele tem uma das línguas mais gostosas que eu já tive o prazer de sentir.
Sabe quanto tempo eu fiquei com ele? chuta... o resto do tempo que ele ficou de férias na minha cidade. 2 meses e meio. Via ele todo dia, me comia todo dia também. Foi bom demais e eu chorei demais quando ele teve que ir embora. Mas ele prometeu que quando voltasse me ligaria.
Ele é engenheiro, rico e lindo. Eu tô torcendo pra que ele volte e me ligue mesmo, por que um desses a gente não encontra em qualquer samba, e dá pra um cara assim é uma experiência pra ser contada mesmo... e quando ele voltar, eu prometo que conto!
É certo que na maioria das vezes rola uma transa legal, mas a minha vontade de mandar um inseto desses pra puta que o pariu, é bem maior que qualquer vontade de transar.
Mas de vez em quando ainda encontro um Romeu jogado por aí. E é sobre um lindo desses que eu vou falar hoje; é domingo e eu lembrei dele assistindo o programinha da Regina Casé.
Estava eu num sambinha legal da cidade, quando vi aqueles olhos azuis! Eu, derretida que sou por olhos, me apaixonei na hora. Passado uns 15 minutos de samba no sapatinho, eu decidi ficar perto do bar, meu raciocínio lógico dizia que ele teria que ir lá uma hora qualquer pra comprar algo pra beber (CLARO).
Quando eu o vi chegando pertinho do bar , me encarando com um sorrisinho todo maroto, eu também não consegui não dar um sorriso maroto de retribuição. Ele chegou perto de mim, perguntou meu nome, disse o dele, ''MARCUXXX''... eu pensei ''Ui, carioca, adoro''... me chamou então pra ficar lá perto da galera dele.
O papo foi ótimo, me sentí até virgem de novo de tanto que ele era respeitador; longe de mim não gostar de homem assim, mas me daria muito mais tesão se desse uma de machão mesmo e desse um beijão antes de perguntar meu nome.
Saímos de lá direto pro Hotel que ele estava hospedado. Fomos pro quarto dele e*tcham*, abriu um vinho caro: fiquei lá urinada por ele, querendo logo casar. Conversamos muito, bebemos demais e pra minha surpresa, quando acordei, estava ainda com minha roupa intacta, com ele deitadinho do meu lado, todo lindo. Primeiro eu pensei '' Que mole que ele é, nossa, nem um sarro a gente tirou''... mas aí depois eu achei que esse jeito tímido podia até ser bem sexy.
Almoçamos, ainda conversando, ele me deixou em casa e prometeu ligar depois. E ligou.
Na mesma noite, por sinal. Dormi de novo no Hotel com ele, transamos e foi tudo de bom. Além de ter aquela visão linda em cima de mim, ele tem uma das línguas mais gostosas que eu já tive o prazer de sentir.
Sabe quanto tempo eu fiquei com ele? chuta... o resto do tempo que ele ficou de férias na minha cidade. 2 meses e meio. Via ele todo dia, me comia todo dia também. Foi bom demais e eu chorei demais quando ele teve que ir embora. Mas ele prometeu que quando voltasse me ligaria.
Ele é engenheiro, rico e lindo. Eu tô torcendo pra que ele volte e me ligue mesmo, por que um desses a gente não encontra em qualquer samba, e dá pra um cara assim é uma experiência pra ser contada mesmo... e quando ele voltar, eu prometo que conto!
sábado, 26 de fevereiro de 2011
{ Machão? }
É fato que toda mulher dá pra idiotas. E eu acho muito digno admitir isso.
Eu gosto de lembrar de alguns idiotas que passaram pela minha mão.
Tive uns que não me fizeram chegar ao orgasmo, assim como também tive uns que nem precisaram fazer esforço.
Mas tem um idiota que eu lembrei ontem quando assisti um filme.
O cara do filme era um machão, e lindo de viver. Pegava as menininhas mais ''sabores'' das festas, e no meio do filme, descobriam que ele era Bi. E foi isso que aconteceu comigo há uns anos atrás.
Estava eu numa festa típica de Sexta, baladinha eletrônica, quando vi aquele cara que há algumas sextas me jogava olhares muito charmosos. Eu já havia percebido que mesmo me olhando, ele sempre fazia questão de me mostrar que nunca saía da festa sozinho: sempre ia acompanhado de uma peguete belíssima.
Então nessa bendita sexta-feira, eu, vindo de outra festinha e justamento por isso já pra lá de bagdá, cheguei no pé do ouvido dele e mandei um ''Tô doida pra te dar um beijo na boca'';
Se ele perdeu tempo? Lógico que não. Homem que é homem, solteiro, não diz '' Quê?'' pra esse tipo de chegada. Ele me tacou um beijão de apaixonar.
Dançamos uma hora inteira, conversando muito, beijando mais ainda, até que o instinto masculino dele teve que soltar a frase '' E ae gata, vamo pra um lugar mais reservado''.
Eu fui né; e a transa foi uma delícia.
Me jogou de um lado pro outro, perna pra cima, pra baixo, de quatro, de pé, de costa...
uma loucura.
Dois dias depois falei dele pra uma amiga, mostrei foto, facebook e orkut. Ela já o conhecia, e pra meu azar, também já tinha ficado com ele. Abriu meus olhos e disse que ele era um galinha e babacão. Contou mil e umas pérolas dele e eu já podia dizer que ele era mais um Idiota pra minha lista. Mas não bastou ser idiota só pelo que fez com minha amiga, ele tinha que me aparecer num barzinho perto da minha casa, de mãos dadas com um cara de terno. Mais idiota que um cara galinha, é um que não te conta que chupa um pau. Eu, definitivamente, não transaria se soubesse.
Eu gosto de lembrar de alguns idiotas que passaram pela minha mão.
Tive uns que não me fizeram chegar ao orgasmo, assim como também tive uns que nem precisaram fazer esforço.
Mas tem um idiota que eu lembrei ontem quando assisti um filme.
O cara do filme era um machão, e lindo de viver. Pegava as menininhas mais ''sabores'' das festas, e no meio do filme, descobriam que ele era Bi. E foi isso que aconteceu comigo há uns anos atrás.
Estava eu numa festa típica de Sexta, baladinha eletrônica, quando vi aquele cara que há algumas sextas me jogava olhares muito charmosos. Eu já havia percebido que mesmo me olhando, ele sempre fazia questão de me mostrar que nunca saía da festa sozinho: sempre ia acompanhado de uma peguete belíssima.
Então nessa bendita sexta-feira, eu, vindo de outra festinha e justamento por isso já pra lá de bagdá, cheguei no pé do ouvido dele e mandei um ''Tô doida pra te dar um beijo na boca'';
Se ele perdeu tempo? Lógico que não. Homem que é homem, solteiro, não diz '' Quê?'' pra esse tipo de chegada. Ele me tacou um beijão de apaixonar.
Dançamos uma hora inteira, conversando muito, beijando mais ainda, até que o instinto masculino dele teve que soltar a frase '' E ae gata, vamo pra um lugar mais reservado''.
Eu fui né; e a transa foi uma delícia.
Me jogou de um lado pro outro, perna pra cima, pra baixo, de quatro, de pé, de costa...
uma loucura.
Dois dias depois falei dele pra uma amiga, mostrei foto, facebook e orkut. Ela já o conhecia, e pra meu azar, também já tinha ficado com ele. Abriu meus olhos e disse que ele era um galinha e babacão. Contou mil e umas pérolas dele e eu já podia dizer que ele era mais um Idiota pra minha lista. Mas não bastou ser idiota só pelo que fez com minha amiga, ele tinha que me aparecer num barzinho perto da minha casa, de mãos dadas com um cara de terno. Mais idiota que um cara galinha, é um que não te conta que chupa um pau. Eu, definitivamente, não transaria se soubesse.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
{ a Casa de Swing }
Pensei em muitas histórias legais que eu vivenciei pra a primeira postagem, mas tem uma em especial que eu adoro lembrar: minha primeira vez em uma casa de Swing.
Em uma noite vadia, combinei com uma amiga, que também gosta ''pouco'' da sacanagem, de irmos para um local que tinha sido indicado por outra amiga. Ela já tinha nos alertado que o local era um clube de swing, mas que era bem parecido com um rancho, tinha umas piscinas de águas naturais, decoração rústica, caminhos de terra... no mínimo muito aconchegante para o que vinhesse a acontecer.
Às 19:00 em ponto daquele sábado, chamamos um táxi e fomos conversando sobre o que fazer ou não. '' Não vou tirar a roupa'', ''Tô indo só pra olhar como é.'' lembro de dizer coisas desse tipo o caminho inteiro.
O local era afastado da cidade, o que fazia aumentar o tempo de chegada e a minha ansiedade.
Chegamos na porta do rancho, e eu gostei logo. Tinha uma cara toda acolhedora, do tipo de lugar que eu escolheria pra fazer sexo com alguém interessante. A iluminação baixa nos convidou a ir em direção ao bar. Não tinha muita gente, na verdade, fora as 6 pessoas por trás do balcão, havia eu, minha amiga e umas 10 pessoas. Achei que a noite não renderia.
Os garçons eram lindos e estavam todos pelados. Meu telefone tocava, era o ex-atual-namorado talvez tentando uma reconciliação, quem se importava? Estava estática olhando aquelas esculturas de 20cm ou mais.
Demos uma volta pelo rancho, chegamos em uma piscina linda, que ficava mais linda pelo ato sexual que rolava na bordinha. O casal era lindo, e pela cara que ela fazia a cada ''metida'', lindo mesmo era o vigor do seu parceiro.
Entramos em um quarto que ficava no meio do rancho, haviam muitas camas e vários casais. Sentí uma mão em volta da minha cintura; era um homem alto, forte, cabelos lisos, não sei como era o rosto, mas nos beijamos ali mesmo. E sim, fizemos sexo. Eu e ele, ele e minha amiga, eu ele e minha amiga, eu e minha amiga.
Se foi bom? Foi uma delícia... fui embora com vontade de voltar muitas outras vezes.
E voltei. Depois eu conto mais. =D
a Promíscua.
Em uma noite vadia, combinei com uma amiga, que também gosta ''pouco'' da sacanagem, de irmos para um local que tinha sido indicado por outra amiga. Ela já tinha nos alertado que o local era um clube de swing, mas que era bem parecido com um rancho, tinha umas piscinas de águas naturais, decoração rústica, caminhos de terra... no mínimo muito aconchegante para o que vinhesse a acontecer.
Às 19:00 em ponto daquele sábado, chamamos um táxi e fomos conversando sobre o que fazer ou não. '' Não vou tirar a roupa'', ''Tô indo só pra olhar como é.'' lembro de dizer coisas desse tipo o caminho inteiro.
O local era afastado da cidade, o que fazia aumentar o tempo de chegada e a minha ansiedade.
Chegamos na porta do rancho, e eu gostei logo. Tinha uma cara toda acolhedora, do tipo de lugar que eu escolheria pra fazer sexo com alguém interessante. A iluminação baixa nos convidou a ir em direção ao bar. Não tinha muita gente, na verdade, fora as 6 pessoas por trás do balcão, havia eu, minha amiga e umas 10 pessoas. Achei que a noite não renderia.
Os garçons eram lindos e estavam todos pelados. Meu telefone tocava, era o ex-atual-namorado talvez tentando uma reconciliação, quem se importava? Estava estática olhando aquelas esculturas de 20cm ou mais.
Demos uma volta pelo rancho, chegamos em uma piscina linda, que ficava mais linda pelo ato sexual que rolava na bordinha. O casal era lindo, e pela cara que ela fazia a cada ''metida'', lindo mesmo era o vigor do seu parceiro.
Entramos em um quarto que ficava no meio do rancho, haviam muitas camas e vários casais. Sentí uma mão em volta da minha cintura; era um homem alto, forte, cabelos lisos, não sei como era o rosto, mas nos beijamos ali mesmo. E sim, fizemos sexo. Eu e ele, ele e minha amiga, eu ele e minha amiga, eu e minha amiga.
Se foi bom? Foi uma delícia... fui embora com vontade de voltar muitas outras vezes.
E voltei. Depois eu conto mais. =D
a Promíscua.
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